Disney+ | O rato, a grana e os Patetas

Agora você pode conferir essa fofurinha que é o Baby Yoda! (Reprodução)

No dia 17 de novembro, recebemos em nossos lares mais um serviço de streaming. Trata-se do Disney+, que reúne uma boa parte das produções Walt Disney e as suas sucursais, como Marvel e Star Wars. Com a chegada, tivemos a oportunidade de relembrar os grandes clássicos dos desenhos animados, como Aladdin e Cinderela, assim como séries e filmes diversos. Contudo, acredito que o serviço esteja incompleto, visto a grande quantidade de obras que poderiam estar no catálogo. A gana do Mickey de lucrar fez de nós, espectadores, de patetas.

Não acho o serviço ruim, que fique bem claro. Entretanto, existem elementos que fazem com que a plataforma seja mais atrativa. Lógico, a maioria assinou por conta das séries Wandavision e outras que fazem parte do Universo Cinematográfico Marvel, além do possível lançamento digital de Viúva Negra. Mas o ponto é que as promessas ficaram pro ano que vem, e para esse não há nada que atraí. Pela grana que gastamos, por cerca de R$ 27 ou até mais dependendo do combo, era para quase o serviço estar limpando nossos pés! Estamos diante de uma crônica de gosto duvidoso: o rato, a grana e os patetas.

Por que classifico como rato, grana e patetas? É simples. Nós sabemos que o Disney+ não possui um catálogo vasto como a Netflix possui, com muitas séries e filmes. A princípio, quase tudo que está na plataforma, podemos assistir na televisão, basta termos paciência e tv a cabo. Então, vale a pena assinar a Disney? Sinceramente digo que sim! (e não, este texto não é jabá). Um ponto positivo: um mea culpa sobre contextos históricos incorretos sendo exibido antes dos filmes começarem.

Muita gente só viu o live action, agora pode ver o filme original e notar as diferença. (Reprodução)

No mundo mágico da gran…digo, da Disney!

Conteúdos para todos os gostos, inclusive os que amam documentários. (Reprodução)

Com toda a questão do coronavírus, muitas produções pararam. Acreditem ou não, o último filme que eu lembro de ter visto no cinema foi Sonic. Embora nesse período os serviços de streaming deram um jeito de variar seu catálogo para entreter os quarenteners, a Disney+ chegou sem atrair muito o grande público. Conforme as outras plataformas apostaram em filmes, desenhos e coisas do gênero, a empresa do Mickey apenas trouxe o que estávamos acostumados a ver no Disney Channel, com adições pontuais das outras sucursais, como filmes da Marvel, documentários da National Geographic e Star Wars (este último já saturado de Amazon Prime e Netflix).

Não necessariamente o serviço tem de mostrar serviço. Lógico, a criança ainda não tem um mês e queremos que ela fale! Mas isso se dá por conta de sofrermos por antecipação. Há um ditado que diz que quem morre de véspera é peru, portanto, vamos deixar a Disney+ cozinhando em banho maria, com o chef Remy na cozinha. Conforme o tempo for passando, novos conteúdos serão adicionados, o tão esperado Mulan vai estar no catálogo, só resta saber se é bom ou não. Também aguardaremos as séries da Marvel, afinal de contas muitos assinantes só fecharam acordo por conta delas – e esperamos que elas sejam boas o bastante para preencher o vazio da falta de filmes do MCU.

Caça-níqueis ou não , a Disney+ é um bom serviço. Ainda que não se tenha um vasto conteúdo, vale a pena o dinheiro investido. Não olhe o streaming com maus olhos, afinal de contas, é algo novo que merece nossa atenção. Com séries e documentários diversos, além dos filmes, Disney+ veio para ficar no cenário e, no meu ver, promete desbancar muitos concorrentes com o fator nostalgia e inovação. Sim, essa é a magia.

Uma mistura de Capitão América com Doutor Estranho, das casas Stark e Targaryen, aliado dos anões da Terra Média, treino pokémons insetos e nas horas vagas um lolzeiro noob.
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