AVA | Crítica

Cheia de conflitos internos e com cenas de ação muito mal ensaiadas, AVA se mostra um filme regular pra bom apenas.

Tate Taylor trabalha em um filme de ação que no começo me parecia muito interessante. Uma agente secreta, treinada para matar silenciosamente por uma organização, é sempre uma premissa muito boa para ser usada em filmes de ação.

AVA (Jessica Chastain) desde o primeiro minuto de filme já começa a mostrar suas fraquezas com o que provavelmente aconteceu em um passado recente, e isso é constantemente lembrado por Duke (John Malkovich) e também por Simon (Colin Farrell).

Mas se tudo começa a ser implementado no primeiro ato do filme, o enredo não consegue se desenvolver muito bem com o decorrer do longa. A carga dramática imposta por Matthew Newton em cima de toda a parte familiar de AVA e seu passado simplesmente não conseguem cativar o espectador, assim como as cenas de ação também não conseguem.

Porém nem tudo é ruim nesse longa da Netflix, a atuação de Colin Farrell por exemplo, não é das piores. O vilão Simon é uma das poucas coisas boas no filme, já que conseguimos ver aquele olhar de quem clama por poder a qualquer custo dentro da organização. Isso faz com que cada ação gere uma consequência muito forte durante toda a trama do longa.

Se por um lado temos filmes com a mesma ideia de AVA que tudo faz com que soe mais realista e mais convincente, posso afirmar que faltou se inspirar mais em obras assim para que não tenhamos a clara sensação de que tudo é de fato muito falso, ou simplesmente com uma execução não muito boa.


Nota do crítico: 2,0 = regular 

O critério de notas é estabelecido da seguinte forma: 

0,0 = péssimo

1,0 = ruim

2,0 = regular 

3,0 = bom

4,0 = ótimo

5,0 = excelente

Apesar da vida ser um grande episódio de Black Mirror ela as vezes tem seus momentos de Sta Wars e fica tudo lindo!
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