Você Precisa Escutar #36 – Beyoncé

No último Grammy que aconteceu no dia 14 de março de 2021, Beyoncé entrou para a história ao se tornar a maior vencedora da história do prêmio com 28 prêmios. E para comemorar essa incrível conquista, nada mais justo do que falarmos dela por aqui.

Who run the world?

Desde de que surgiu para o mundo lá atrás no Destiny’s Child, grupo que fazia parte junto com Kelly Rowland e Michelle Williams, já dava pra imaginar que viria algo grandioso no futuro quando o assunto era o trio de R&B. Talvez não como foi de fato, mas que viria coisas boas era evidente.

O potencial musical de Beyoncé se destacou em muitas músicas, inclusive em Say My Name, música que deu ao grupo o primeiro Grammy da carreira da cantora. E foi ai meu amigo que começou o reinado da Queen B.

Crazy In Love, música em parceria com Jay-Z em 2003, rendeu a cantora um dos seus primeiros prêmios em carreira solo lá em 2004 como melhor colaboração de rap. A música foi um sucesso mundial e ainda permanece muito nos ouvidos dos fãs, levando em conta que só no YouTube o clipe já tem mais de 400 milhões de visualizações.

De fato a cantora nunca deixou de fazer R&B em toda a sua carreira, e podemos ver muito a identidade dela em diversas músicas, desde as mais antigas como Irreplaceable (2006) até as mais recentes. Essa constância e capacidade incrível de fazer hits com certeza influenciou muito.

Beyoncé é um exemplo dentro e fora da música, uma artista que se posiciona e também passa muitas coisas importantes para o público. Em seu show ela costuma sempre trazer algo a mais do que apenas a performance dela, um exemplo disso é a versão ao vivo de Flawless, que você pode conferir abaixo:

Outro Patamar

Os anos foram passando e o nível da cantora só foi aumentando. Lemonade é um disco que mostra muito de como o tempo só melhorou o que já era muito bom no passado. O disco claramente tem um conceito por trás, com muitas camadas dentro de cada música que coroam as letras do sexto disco dela. Não foi atoa que em 2017, foi coroado como melhor Álbum Urbano Contemporâneo.

Em 2019 veio o então chamado Homecoming, o documentário que mostra um pouco da carreira de Beyoncé e também os bastidores e apresentação dela no festival de Coachella Valley Music and Arts. Mais um trabalho incrível junto da Netflix que sem novidade nenhuma, a concedeu mais um prêmio. Dessa vez foi o de Melhor Vídeo Musical Longo.

2020 chegou com todas as incertezas dentro do mundo artístico por causa da pandemia e com isso também as incertezas das premiações.

Em agosto veio ao mundo o vídeo do Remix de Savage, canção de Megan Thee Stallion junto com Beyoncé. Uma junção de duas gerações diferentes de Rap e R&B que deu muito certo e cedeu à elas o prêmio de Melhor Canção de Rap, fazendo Beyoncé ficar apenas a um prêmio para fazer história no Grammy.

Black Parede estava concorrendo a melhor performance de R&B e poderia ser o prêmio que faria a artista ser de fato a maior vencedora do Grammy, se concretizando assim mais tarde. Em seu discurso Beyoncé fala de como a noite foi importante pra ela, e dedicando o prêmio a sua filha Blue que com Brown Skin Girl arrecadou o Grammy de melhor clipe, fazendo história assim como sua mãe.

Apesar da vida ser um grande episódio de Black Mirror ela as vezes tem seus momentos de Sta Wars e fica tudo lindo!
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