O melhor da E3 de 2021

Mais um ano se passou e mais uma E3 aconteceu. Diferente do que foi nos anos anteriores, esse evento ocorreu de forma virtual, em virtude da pandemia da covid-19 estar ainda ocorrendo. Ainda assim, o evento foi digamos…meia boca. E quando digo meia boca, foi por conta dos anúncios grandiosos serem bem poucos, algo que alimentava a esperança de muitos por conta dos rumores que existiam. Hoje foi o último dia e, para o alívio de muitos e até mesmo uma certa raiva dos fãs mais xiitas de certas empresas, a Nintendo acabou salvando o evento. De toda forma, fica a se pensar se eventos como a E3 ainda são necessários para divulgação de jogos.

Guardiões, presos, mas ainda Guardiões. (Reprodução: Internet)

Logo no primeiro dia, a Ubisoft mostrou um pouco dos jogos que irá lançar e o que está em desenvolvimento. O mais marcante foi um spin-off de Rainbow Six Siege, que se chama Rainbow Six Extraction. O jogo se baseia em lutar contra alienígenas que invadiram a Terra através de um meteoro. Esse jogo já havia sido anunciado em 2019, mas com o subtítulo de Quarentine, mas conforme veio a pandemia, o título precisou ser mudado. Além disso, tivemos o anúncio de um jogo da franquia Avatar, Frontiers of Pandora, que está em desenvolvimento há quatro anos. Não menos importante, o crossover entre Nintendo e Ubisoft continuará com o Mario + Rabbids: Frontiers of Hope, trazendo o bigodudo e o estranho coelhinho em mais uma aventura.

No segundo dia, o grande anúncio mesmo foi um jogo dos Guardiões da Galáxia que, pela gameplay, parece ser muito legal e muito diferente do que foi Marvel’s Avengers.A SquareEnix acertou em trazer a equipe, em uma história baseada nas HQs, e que promete ser um belo jogo de aventura com uma pegada de ação e bom humor que já conhecemos. Aparentemente, só controlaremos o Peter Quill, mas, pode ser que isso mude. Além disso, não teve outro grande anúncio, só muito FPS e RPGs genéricos. O terceiro dia…bom, eu me pergunto do terceiro dia. Além de entediante, não houve nada de relevante. Para se ter uma ideia, a duração do evento da Capcom durou SOMENTE 5 minutos e apenas anunciou um Ace Attorney, fora as DLCs de Resident Evil Village e Monster Hunter.

Depois de muito tempo, ela voltou. Metroid Dread estará entre nós em breve. (Reprodução: Internet)

No último dia, a Nintendo chutou a porta trazendo – finalmente – um novo Metroid. Há anos que a comunidade esperava por uma nova aventura da Samus, agora poderemos jogar para Switch. Além disso, tivemos revelações de um novo Mario Party (traduzido para PT-BR, o primeiro da Nintendo!!!), com elementos dos clássicos de Nintendo 64 e Game Cube, assim como um novo WarioWare, um clássico dos minigames do personagem Wario. Sem esquecer, claro, da revelação de Kazuya Mishima, de Tekken, como personagem de Super Smash Bros Ultimate. Como a cereja do bolo, uma pequena amostrinha da sequência de The Legend of Zelda – Breath of the Wild, ainda sem título oficial.

Dado o grau de como foi, por conta da pandemia e tudo mais, a E3 foi bem morna para fria. Faltou anunciar coisas importantes, mas é entendível já que a maioria das empresas de games estão operando com poucos funcionários. Ainda assim, faltou anunciar muita coisa, nem que seja que esteja em desenvolvimento. Por conta de ser um evento deveras esvaziado com o passar do tempo, empresas como a Sony optaram em divulgar em eventos pessoais e exclusivos. Concluo que a E3 ainda é importante. Todo e qualquer evento tem sua importante, falta apenas as empresas melhorarem o seu marketing. Que a E3 de 2022 seja um pouco melhor. E sem tanto FPS.

Uma mistura de Capitão América com Doutor Estranho, das casas Stark e Targaryen, aliado dos anões da Terra Média, treino pokémons insetos e nas horas vagas um lolzeiro noob.
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