Viúva Negra | Crítica

A expectativa não foi superada e Viúva Negra entra para a lista dos filmes da Marvel que poderia ter sido infinitamente melhor.

De Scarlett Johansson à Ever Anderson o novo filme de heróis da Marvel Studios conta com excelentes nomes em seu elenco e muitas temáticas interessantes que precisavam ser abordadas dentro do longa que marcaria o retorno de Natasha Romanoff às telonas.

Mas vamos começar por onde interessa, o enredo. Muitos se perguntavam antes como seria contada a história de Natasha e sua família e a grande verdade é que a relação entre eles foi muito pouca.

A história do longa da diretora Cate Shortland se passa entre Era de Ultron e Guerra Civil e mostra para nós um pouco sobre o passado da espiã e o que aconteceu na tão famosa Budapeste (acontecimento ressaltado por ela e Barton em Vingadores).

Além disso, o filme tem ótimas oportunidades para se aprofundar mais na história das Viúvas e da própria “família” de Natasha, mas não o faz. Ao invés disso, a diretora optou por tomar um caminho mais tranquilo e superficial da heroína como a maioria dos filmes de ação no mercado.

Por sua vez, as cenas de luta são muito boas assim como o primeiro ato inteiro do filme. Que consegue te prender tranquilamente até os desfechos que acontecem no decorrer da história.

Em geral, é um bom filme. Uma pena que existe uma preguiça de desenvolvimento dos personagens novos que poderiam serem muito bem aproveitados.


Nota do crítico: 3,0 = bom

0,0 = péssimo
1,0 = ruim
2,0 = regular 
3,0 = bom
4,0 = ótimo
5,0 = excelente

Apesar da vida ser um grande episódio de Black Mirror ela as vezes tem seus momentos de Star Wars e fica tudo lindo!
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